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  <title>RSS Planeta</title>
  <dc:date>2012-02-09T10:56:05Z</dc:date>
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  <description>Noticias de Planeta Libros</description>
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  <description>RICARDO BONALUME NETO&#13;&#10;DE SÏ PAULO&#13;&#10;Um livro de mais de mil p?nas que pode ser descrito como uma &quot;s?ese&quot; d?ma boa pista de como ?olumosa a historiografia da Alemanha nazista. &#13;&#10;&#13;&#10;O autor, o historiador brit?co Richard J. Evans, destilou enormes quantidades de livros e artigos sobre o nazismo para escrever essa &quot;s?ese&quot;, ou, como ele diz, &quot;obra de refer?ia&quot;. &#13;&#10;&#13;&#10;Muito do que est?o livro n??ovidade -?bviamente dif?l encontrar o que revelar de novo ou espetacular sobre o tema-, embora existam dados pouco comuns e documentos raros pouco citados antes. &#13;&#10;&#13;&#10;E conv?checar alguns dados e datas antes de citar -errinhos acontecem numa obra desta dimens? como dizer que a derrota italiana em Adowa para os et?es foi em 1916, em vez de 1896. &#13;&#10;&#13;&#10;E, apesar de ser uma &quot;s?ese&quot;, trata-se meramente do segundo volume de uma trilogia maci?que pretendeu contar a hist? da tomada do poder pelos seguidores de Adolf Hitler (tema do primeiro livro, lan?o no Brasil como &quot;A Chegada do Terceiro Reich&quot; pela editora Planeta), seus primeiros seis anos governando a Alemanha (tema deste) e o relato da Segunda Guerra Mundial e da derrota. &#13;&#10;&#13;&#10;&quot;O Terceiro Reich no Poder&quot; relata a hist? da Alemanha nazista de 1933 a 1939 sob variados ?ulos. &#13;&#10;&#13;&#10;?um livro de hist? social, por isso Evans, professor da Universidade Cambridge, no Reino Unido, n?relata apenas os fatos &quot;macro&quot; de pol?ca e economia, mas entra em detalhes &quot;micro&quot; da vida cultural, da vida cotidiana sob um Estado policial, da persegui? aos judeus e da tentativa totalit?a de criar um &quot;novo homem&quot;. &#13;&#10;&#13;&#10;Evans tornou-se mais conhecido internacionalmente pelo seu papel no caso do colega David Irving, acusado pela historiadora americana Deborah Lipstadt de negar a exist?ia do holocausto. &#13;&#10;&#13;&#10;Evans serviu como expert na defesa de Lipstadt, detonando os &quot;argumentos&quot; de Irving, que perdeu a a? e chegou a passar um ano na pris?na ustria. A participa? no caso fez ele perceber que faltava uma obra de s?ese sobre o tema, o que o fez embarcar na trilogia. &#13;&#10;&#13;&#10;?particularmente assustador ver como os nazistas foram derrubando o aparato legal da Alemanha, eliminando as barreiras da lei que impediam o abuso do poder e a restri? das liberdades individuais, mas mantendo uma fachada de &quot;legalidade&quot;. &#13;&#10;&#13;&#10;Uma das abordagens de Evans ?articularmente original: ele demonstra que, longe de ser uma ideologia meramente &quot;reacion?a&quot;, o nazismo continha grandes doses de modernidade, se apoiando em avan? cient?cos e tecnol?os. &#13;&#10;&#13;&#10;?o caso do uso eficiente do r?o, do cinema e do controle dos meios de comunica?; ou a import?ia dada a avan? na avia?, na tecnologia militar, ou mesmo em objetos do cotidiano -como a cria? do &quot;carro do povo&quot;, o Volkswagen sedan, que veio a ser produzido em pa?s nada &quot;arianos&quot; como o Brasil. &#13;&#10;&#13;&#10;Evans tamb?argumenta que o objetivo ?mo de Hitler e seus asseclas era a guerra de conquista, como ele deixa claro em &quot;Minha Luta&quot; (&quot;Mein Kampf&quot;). O objetivo era conquistar o &quot;espa?vital&quot; no leste europeu para uma popula? alem?rescente, escravizando os povos eslavos que ali habitavam. &#13;&#10;&#13;&#10;Hitler poderia ter sido brecado em v?os momentos nos anos 30, quando suas prepara?s militares eram modestas. Mas as pol?cas de apaziguamento do Reino Unido e Fran?deixaram o &quot;l?r&quot; cada vez mais ousado. &#13;&#10;&#13;&#10;Hitler foi oportunista e sortudo em momentos como a remilitariza? da Ren?a, a absor? da ustria e da ent?Tchecoslov?ia. Deu no que deu -a guerra mais devastadora da hist? humana, tema do terceiro livro, j?ublicado no exterior, ainda in?to aqui. &#13;&#10;&#13;&#10;O TERCEIRO REICH NO PODER&#13;&#10;AUTOR Richard J. Evans&#13;&#10;EDITORA Planeta&#13;&#10;TRADU?O Lucia Brito&#13;&#10;QUANTO R$ 129,90 (1.040 p?.)&#13;&#10;AVALIA?O ?o &#13;&#10;&#13;&#10;&lt;br&gt;&lt;img src=&apos;http://www.editoraplaneta.com.br/images/img_noticias/201202061638470.TerceiroReich no Poder.jpg&apos; /&gt;</description>
  <link>http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/615</link>
  <title>Livro tenta fazer s?ese da hist? do nazismo</title>
  <dc:date>2012-02-06T00:00:00Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/612">
  <description>Como surgiu a ideia do livro?&#13;&#10;&#13;&#10;Quando vi a not?a na imprensa espanhola, me chamou a aten?. Parecia uma hist? de cinema: uma mulher jovem, moderna, inteligente, advogada, vivendo um sonho pessoal e profissional no pa?que tanto idealizava e de repente tudo vem abaixo e seu sonho se converte em pesadelo. Dos ?mos anos de sua vida, a ?a verdade parece ser sua filha de 7 anos, por quem ela decide enfrentar seu marido, o sistema judicial americano e a pris? Pensei que essa hist? merecia mais do que uma hora de entrevista, como a que fiz no programa de r?o que eu dirigia e apresentava e achei que a hist? tinha muitos detalhes que mereciam ser contados. E assim o fiz.&#13;&#10;&#13;&#10;Como jornalista, voc?oderia ter feito um bom livro-reportagem. Por que optou pela fic??&#13;&#10;&#13;&#10;Amor Cruel ?ais realidade do que fic?. ? na verdade, um livro em forma de reportagem ficcional. Usei documentos oficiais, nomes reais, cidades, datas. ?mais arriscado porque corre-se o perigo de os protagonistas n?ficarem satisfeitos porque voc?ontou mais do que devia ou menos, mas acho que isso ?usto com o leitor. Uma vez mais a realidade supera a fic?. Por que recorrer, ent? ?ic? se a realidade ultrapassa com folga a imagina? mais exagerada? &#13;&#10;&#13;&#10;Por que manter os nomes e detalhes do processo se este ?m livro de fic??&#13;&#10;&#13;&#10;Queria que a hist? de Maria Jose ficasse conhecida e que ningu?cogitasse que ela era simplesmente fruto da imagina? da autora. Queria que soubessem que a hist? ?eal e que por tr?daquela personagem existe uma mulher de carne e osso. Assim, poderiam se mobilizar e se envolver no caso. Pelo que ouvi de leitores, deu certo. &#13;&#10;&#13;&#10;O que h?e fic? em seu livro?&#13;&#10;&#13;&#10;A forma romanceada como ele foi escrito. A hist? de Amor Cruel ?omplicada de narrar e fazer chegar ao leitor como uma reportagem. Havia muitos documentos e senten? judiciais que deveriam ser colocados de maneira simples para que o leitor pudesse compreender sem se perder na linguagem jur?ca.&#13;&#10;&#13;&#10;Qual foi seu m?do de trabalho?&#13;&#10;&#13;&#10;Pesquisei em fontes diversas. Falei com Maria Jos?sua fam?a, amigos, pessoas que a conheceram na pris?etc. Muitas vezes me encontrei com gente que n?quis falar e respeitei a decis? &#13;&#10;&#13;&#10;Chegou a falar com Peter Ianni ou seus familiares?&#13;&#10;&#13;&#10;A vers?do marido est?o livro. H?eclara?s dele na imprensa espanhola, poucas e sempre as mesmas. Ele optou pela desclassifica?, amea? e insultos e eu preferi focar na hist? dela mesmo com v?as vers? &#13;&#10;&#13;&#10;Como o caso foi recebido na Espanha?&#13;&#10;&#13;&#10;A popula? se interessou muito pelo caso, mesmo antes do livro. Mas ele tamb?tem interessado a pessoas de todos os pa?s porque a hist? ?niversal, com temas como amor, ?, fam?a, vergonha e rancor.&#13;&#10;&#13;&#10;H?uita informa? a favor e contra Maria Jos?a internet. Por que escolheu o ponto de vista dela? &#13;&#10;&#13;&#10;Maria Jos? a v?ma e seu lado era o que me interessava. ?desmedido que uma mulher, ou qualquer pessoa, viva h?eis anos na pris?sem ter matado ou prejudicado ningu?e cuja ?a a? tenha sido tentar proteger sua filha. ?verdade que ela pode n?ter escolhido os melhores meios, como sentenciou a justi?americana, mas n?se pode esquecer que a justi?espanhola deu raz?a ela. O que chama a aten? ?omo a justi?de dois pa?s encara os fatos de maneira t?diferente. N?me soa muito l?o. Mas no livro est?todas as vers?para que o leitor escolha a sua.&#13;&#10;&#13;&#10;Voc?credita que tudo seja verdade?&#13;&#10;&#13;&#10;Creio que cada um tem a sua verdade, e me limito a contar os fatos para que cada um tire suas pr?as conclus? Mas de qualquer forma, quando um casamento termina cada uma das partes diz verdades e mentiras que v?a seu fazer e contra o outro. Suponho que isso tamb?tenha acontecido aqui. &#13;&#10;&#13;&#10;Em uma entrevista ao El Pa? Maria Jos?isse que n?havia autorizado a publica? do livro e que processaria a autora e a editora. Como voc?ecebeu a not?a? &#13;&#10;&#13;&#10;Sua hist? ??ca e acompanhada pelos meios de comunica? por muito tempo antes do livro. N?precisamos de autoriza? dos protagonistas - nem de Maria Jos?do ex-marido ou da fam?a - embora ela tenho insistido em dar. Eu n?pedi a autoriza? e n?precisava dela. Foi a fam?a, inclusive, que me ajudou a ter acesso a toda a documenta? do caso. Eu pedi para que me dessem entrevista e eles deram - e sabiam para o que era. Alguns me procuraram para falar e outros optaram por n?participar. A hist? est?? eu a contei como muitos outros j?ontaram. E ningu?me processou por isso. &#13;&#10;&#13;&#10;Ela leu seu livro?&#13;&#10;&#13;&#10;Segundo me disse sua irm?sim. Mas depois do livro eu n?tive mais contato com ela. Nunca mantenho o contato com os protagonistas dos meus livros porque ajuda na objetividade da hist?.  &#13;&#10;&#13;&#10;Se Peter n?se interessava com a fam?a - tanto que a abandonou, por que tanto empenho em destruir a vida da ex-mulher, a ponto de acus?a de sequestro da pr?a filha e levar adiante um processo longo que terminaria com a condena? dela e ao abandono, na Espanha, da menina?&#13;&#10;&#13;&#10;S?e tem essa resposta. Ele nega tudo o tempo todo. Como coloco no livro, ele diz que ?udo mentira, mas a?st? realidade: Maria Jos?st?resa e sua filha vive com os av?a Espanha. Se o que querem ? felicidade da menina, ningu?pode estar feliz com o fim da hist?. Ela e a m?est?pagando o pre?mais alto. Entre o amor e o ? h?m passo. E se todos chegam a fazer tudo por amor, tamb?fazem tudo por ?. A hist? da humanidade est?epleta de exemplos disso. &#13;&#10;&lt;br&gt;&lt;img src=&apos;http://www.editoraplaneta.com.br/images/img_noticias/image200__201201301054150.reyes_monforte_div.jpg&apos; /&gt;</description>
  <link>http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/612</link>
  <title>Leia a ?egra da entrevista com a escritora Reyes Monforte</title>
  <dc:date>2012-01-30T00:00:00Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/609">
  <description>Com tanta riqueza de detalhes em torno do que teria pautado a investiga? policial sobre a morte a pauladas do casal Manfred e Mar?a Richthofen, premeditada pela filha, o livro ?Richthofen ? O Assassinato dos pais de Suzane?, rec?lan?o pela Editora Planeta, passaria facilmente como um relato ver?co de um dos crimes que mais chocaram o pa?neste mil?o.&#13;&#10;&#13;&#10;?o pr?o autor, Roger Franchini, que clareia o que a publica? faz quest?de colocar em suspense: ?(Os investigadores) Fazem parte exclusivamente do meu arquivo de mem?, uma compila? dos v?os investigadores que eu conheci em minha carreira policial. (O protagonista) Eduardo s?istiu na minha cabe?, avisa logo no in?o da entrevista ao Hoje em Dia.&#13;&#10;&#13;&#10;A esta farsa que herda elementos da literatura policial, Franchini foi absolutamente fiel no que diz respeito ?escri? do assassinato, executado pelo namorado de Suzane, Daniel, e pelo irm?dele, Christian, e o que ocorreu com o trio nos nove dias que antecederam ?ris? O resultado ?ma mistura muito bem azeitada em que o leitor dificilmente saber?t?nde vai a verdade.&#13;&#10;&#13;&#10;?Eu me centrei nos autos, em seus mais de 20 volumes, com a preocupa? de n?criar uma conduta que n?pudesse ser aceita, j?ue envolve pessoas ver?cas. Se falo no livro que o casal usava drogas ?orque o processo tamb?relata isso, atrav?do depoimento dos personagens e de testemunhas?, salienta o escritor, que se valeu da fic? para levantar algumas perguntas.&#13;&#10; &#13;&#10;Franchini destaca que v?os pontos n?foram devidamente esclarecidos, como o envolvimento de Manfred Richthofen com o caixa dois do ent?governador de S?Paulo, M?o Covas, ou mesmo a participa? do irm?de Suzane, Andreas, no crime.&#13;&#10; &#13;&#10;?Parto do princ?o que o processo judicial j? uma interpreta? dos fatos, costurando uma hist? pr?a que n?significa ser, necessariamente, a hist? ver?ca?.&#13;&#10;&#13;&#10;Para preencher esses buracos investigativos que n?vieram ?ona pela imprensa (?se n?aconteceram, tiveram chances reais de terem ocorrido?, avisa), o autor se apropria da literatura de fic?, enveredando pelo universo da pol?a que conhece t?bem. Afinal, trabalhou por seis anos como investigador na Pol?a Civil de S?Paulo, conhecendo de perto o que a institui? tem de melhor e pior.&#13;&#10;&#13;&#10;?deste material que ?eito Eduardo, policial das antigas que prefere fazer plant?em distritos mais tranquilos, ganhando mais dinheiro que seus chefes como dono de uma empresa de radiot? e de servi?de entrega por motoboys. Apesar de corrupto, carrega uma ?ca pr?a que o diferencia dos demais, transformando-o num anti-her?heio de camadas sedutoras.&#13;&#10;&#13;&#10;?Eduardo nasceu basicamente das minhas lembran? na Pol?a Civil de S?Paulo, que n??uito diferentes das outras no Brasil. L?e tem uma no? pr?a do que ?om ou ruim. Fazem coisas erradas, mas com uma toler?ia velada da sociedade: est?udo bem enquanto deixarem as ruas limpas, mesmo tomando dinheiro de ladr? Civil faz parte de um universo diferente do PM. O primeiro ?ais c?co do que ?ip?ta?, registra.&#13;&#10;&#13;&#10;Franchini salienta que, antes de ser pol?a de Estado, a institui? est?inculada ao governo. ?N?h?ma investiga? sequer que n?tenha um objetivo pol?co. Se voc??atua em conformidade com o chefe do executivo, perde o emprego. O interesse pol?co ?ais do que forte do que o jur?co, o que faz da v?ma, o povo, no grande odiado dentro da investiga??, analisa.&#13;&#10;&#13;&#10;V?os dos epis?s relatados no livro foram presenciados por Franchini. Rodrigo, parceiro novato de Eduardo, trabalha no distrito sem portar uma arma, algo que aconteceu com o pr?o autor. ?Entrei para a pol?a desarmado, fazendo patrulhamento, escolta de preso e estourando boca de fumo sem um rev?r. Outras coisas afirmo entre amigos, mas se me perguntarem, garanto que n?sei de nada?, diverte-se.&#13;&#10;&#13;&#10;Conhecer estes conflitos ajuda a entender o porqu?e Franchini recorrer ?ic? para construir o relato policial. ?Com a Constitui? de 1988, os policiais antigos ficaram de m? amarradas, sem poder atuar de forma agressiva. Assim criou-se uma pol?a sem personalidade, que n?sabe ainda o seu lugar, perdendo espa?para o Minist?o P?co?. &#13;&#10;Para o autor, ?os policiais vivem hoje um grande conflito existencial?.&#13;&#10;&#13;&#10;Com este retrato nada lisonjeiro do meio policial, Franchini afirma que seria um ?exagero de hipocrisia tratar a Suzane como a ?a vil?esumana da hist??.&#13;&#10;&#13;&#10;Ele pondera que os motivos que a levaram a praticar aquela brutalidade ainda n?est?bem explicados, deixando que o leitor a julgue com seus pr?os par?tros de moralidade.&#13;&#10;&#13;&#10;Os pais de Suzane s?mostrados como fomentadores de disc?a e ?, com Manfred chegando a dizer para Andreas que ?nunca hesite em magoar algu?para voc?icar feliz?, s?ndo o cuidado de avaliar o preju? patrimonial. Franchini discorda, no entanto, que pesou no epis? a m?orma? de Suzane. ?Sua fam?a tinha todos os infernos e os para?s de qualquer lar brasileiro, com as mesmas invejas, paix? repress?e frustra?s pessoais?.&#13;&#10;&#13;&#10;Para criar este retrato ambivalente o autor contou com a preciosa colabora? de Mar? Aquino, escritor de v?os livros (?O Invasor? e ?Eu Receberia as Piores Not?as do seus Lindos L?os?) adaptados para o cinema pelo diretor Beto Brant. ?Desde que comecei a escrever ?le quem me aponta os rumos na literatura. ?um dos grandes narradores da literatura brasileira?.&#13;&#10;&#13;&#10;Franchini revela que ?Richthofen? tamb?passar?ara a tela grande, com o trabalho de roteiriza? iniciando no primeiro semestre de 2012. Ele far?arte da equipe de roteiristas, dividindo esta tarefa com a confec? de um novo livro.&#13;&#10;&#13;&#10;O tema ainda n?foi escolhido, mas crimes extra?s da realidade n?faltam, citando o assassinato do ex-prefeito de Santo Andr?Celso Daniel, e o sequestro da filha do apresentador Silvio Santos.</description>
  <link>http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/609</link>
  <title>Caso Richthofen vira livro e mistura realidade com fic?</title>
  <dc:date>2012-01-20T00:00:00Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/598">
  <description>O espanhol Javier Sierra ?m grande colecionador de fatos e mist?os. Escreve fic? hist?a e n?fic?, j?oi publicado em 43 pa?s e vendeu quase 4 milh?de livros no mundo, A Ceia Secreta, seu maior sucesso, est?sgotado no Brasil e deve ser relan?o pela Planeta. Ele veio ao Pa?para o lan?ento de O Anjo Perdido, que sai por aqui pela mesma editora.&#13;&#10;&#13;&#10;Como se tornar um best-seller?&#13;&#10;&#13;&#10;Contando hist?s universais sobre grandes temas como amor, morte e espiritualidade. Arqu?pos e conflitos s?bem-vindos. Outro segredo: escrever um livro muito bom, ganhar um pr?o e investir o dinheiro na pesquisa para o pr?o livro.&#13;&#10;&#13;&#10;O que est?screvendo agora?&#13;&#10;&#13;&#10;Acabei de voltar dos Estados Unidos, onde entrevistei Neil Armstrong e outros astronautas para um livro que devo come? em fevereiro. A nova gera? nunca sentiu a emo? da primeira explora? e pretendo escrever um livro ?co envolvendo astronautas e a quest?&quot;estamos sozinhos?&quot;&#13;&#10;&#13;&#10;Algum interesse especial pelo Brasil?&#13;&#10;&#13;&#10;O Brasil ?m pa?virgem e tudo pode ser descoberto. Muito me intriga a era da navega?. Encontrei no Mapa de Piri Reis a exata localiza? do Rio Amazonas. Mas o mapa ?e 1513 e os espanh?s?egaram ao Peru, onde o rio nasce, depois de 1532. Este ?m grande mist?o e deve estar num livro futuro.&#13;&#10;&lt;br&gt;&lt;img src=&apos;http://www.editoraplaneta.com.br/images/img_noticias/image200__201111291434590.h111128_133a.jpg&apos; /&gt;</description>
  <link>http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/598</link>
  <title>Javier Sierra, escritor espanhol</title>
  <dc:date>2011-11-29T00:00:00Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/567">
  <description>O recente lan?ento no Brasil de uma s?e de livros sobre o nazismo mostra que o tema come?a ganhar um espa?inaudito por aqui. ?certo que ainda faltam t?los fundamentais, como The Destruction of European Jews, de Raul Hillberg, e Hitler: A Study in Tyranny, de Alan Bullock, e a produ? acad?ca brasileira sobre o assunto engatinha. Mas a barb?e nazista, que est?onge de perder a atualidade ante a persist?ia do discurso totalit?o, deixou tamb?suas terr?is marcas no Brasil. O envolvimento do Pa?na guerra, a quest?dolorosa dos imigrantes judeus em fuga, o suposto antissemitismo do governo Vargas, o interesse dos nazistas pela Amaz?, tudo isso ?bjeto de pesquisas que p?o Brasil no mapa do Terceiro Reich. Algumas delas est?nesta edi? do Sab?co.&#13;&#10;&#13;&#10;&#13;&#10;Para entender o complexo processo que engendrou o nazismo e o colapso da civiliza? por ele representado, o melhor come?? trilogia do historiador brit?co Richard Evans sobre a Alemanha de Hitler. O segundo dos tr?volumes, O Terceiro Reich no Poder, chega agora ao Brasil, pela Planeta. No primeiro, A Chegada do Terceiro Reich, tamb?da Planeta, Evans descreve as ra?s filos?as, ideol?as e culturais do nazismo, al?da destrui? deliberada do regime democr?co para satisfazer a elite conservadora alem?nte o espectro do comunismo. No segundo, Evans mostra como Hitler, uma vez vitorioso, reordenou o Estado e a sociedade alem?de modo a &quot;coordenar&quot; todas as inst?ias da vida nacional - todas funcionando &quot;na dire? do F?r&quot;, isto ?segundo aquilo que se supunha fosse seu &quot;desejo&quot;. ?a edifica? do totalitarismo, tijolo a tijolo, sem que houvesse oposi? significativa. &quot;Ningu?percebeu o qu?cru? e determinados os nazistas eram at?ue ficou muito tarde&quot;, disse Evans nesta entrevista ao Estado. &#13;&#10;&#13;&#10;Em sua vis? os nazistas chegaram ao poder por causa da disputa entre os partidos de esquerda, ou em raz?da a? dos conservadores, que queriam destruir a social-democracia e a pr?a Rep?ca de Weimar?&#13;&#10;&#13;&#10;Temos de lembrar que os nazistas eram o maior partido da Alemanha em 1932, ganhando 37% dos votos nas elei?s de julho. Isso seria suficiente para coloc?os no poder em diversas democracias nos dias de hoje. Os conservadores em torno do presidente Hindenburg queriam usar a legitimidade popular dos nazistas para sustentar seu plano de destruir a democracia de Weimar e de estabelecer um regime autorit?o e nacionalista. Nas elei?s de novembro, os nazistas perderam v?as cadeiras, e os conservadores acharam que era a oportunidade de coopt?os. Hitler concordaria se fosse apontado para liderar o novo governo, de modo que, em 30 de janeiro de 1933, Hindenburg o nomeou chanceler do Reich num gabinete dominado por n?nazistas. O momento crucial come? quando os nazistas converteram essa posi? numa ditadura de partido ?o, por meio do uso cruel da for?nas ruas por suas tropas de assalto e pela explora? do inc?io do Parlamento para suspender as liberdades civis. Os comunistas e os social-democratas tinham ganhado, juntos, tantos votos quanto os nazistas nas elei?s de novembro de 1932, mas eles eram muito divididos e incapazes de agir em conjunto. Mesmo que tivessem agido assim, por? eles provavelmente n?teriam como combater os nazistas pela for? porque o Ex?ito apoiava Hitler. Na ustria, em 1934, o movimento socialista iniciou um levante armado contra a introdu? da ditadura e foi reprimido pelo Ex?ito em quest?de dias.&#13;&#10;&#13;&#10;Qual foi o peso da Noite dos Longos Punhais - o sangrento expurgo da lideran?da SA, a tropa de assalto nazista - na consolida? do poder de Hitler? A sociedade alem??deveria ter reagido contra o que era claramente um crime?&#13;&#10;&#13;&#10;Em junho de 1934, as tropas de assalto somavam 4 milh?de pessoas e amea?am iniciar uma &quot;segunda revolu?&quot;, substituindo o Ex?ito com uma mil?a nacional. Os generais disseram a Hitler que ele seria deposto a menos que contivesse suas tropas. No final de junho, ele usou sua guarda pessoal, a SS, para assassinar os l?res das SA e tamb?uma por? de figuras pol?cas da direita conservadora, que havia come?o a manobrar para substituir o doente Hindenburg como presidente pelo chanceler Von Papen. Hitler ent?destruiu os elementos de oposi? em seu pr?o partido e articulou a implos?dos conservadores. Quando Hindenburg morreu, em agosto, Hitler se tornou chefe de Estado, e um Ex?ito muito grato a ele concordou em fazer-lhe um juramento de lealdade. Assim como para a maioria dos alem?, eles estavam aliviados com a repress??tropas de assalto e aceitaram a alega? de Hitler de que agira dentro da lei.&#13;&#10;&#13;&#10;Em sua opini? qual foi o grande erro da oposi? aos nazistas? &#13;&#10;&#13;&#10;Ningu?percebeu o qu?cru? e determinados os nazistas eram at?ue ficou muito tarde. Os conservadores os consideravam amadores vulgares, enquanto os comunistas pensavam que a ascens?nazista era o est?o final da decad?ia do capitalismo antes da revolu? socialista. Todos os governos anteriores na Rep?ca de Weimar duraram poucos meses, de modo que ningu?pensava que o de Hitler pudesse ser diferente. Nenhum movimento de oposi? estava preparado para o uso irrestrito da for?que os nazistas empreenderam. Na tomada do poder, do final de janeiro ao final de julho de 1933, mais de 600 opositores de Hitler foram assassinados, segundo os pr?os nazistas.&#13;&#10;&#13;&#10;H?istoriadores que sustentam que os alem? voluntariamente aderiram ao sistema de &quot;supervis? da sociedade, isto ?delataram supostos dissidentes sem serem for?os a isso. Ao aceitarmos essa tese, temos de aceitar tamb?que o papel do terror no regime nazista ?enor do que se supunha. O senhor concorda?&#13;&#10;&#13;&#10;?certamente verdade que, durante o Terceiro Reich, muitos alem? voluntariamente denunciaram oponentes do regime ?estapo. Mas da? dizer que foi assim que o regime manteve a ordem ?r longe demais. Nos ?mos anos, historiadores t?reduzido o papel do terror e da intimida? no Terceiro Reich. Isso acontece em parte porque eles est?procurando nos lugares errados. Por exemplo, ?omum se dizer que havia apenas 4 mil prisioneiros nos campos de concentra? em 1935. Mas poucos historiadores perceberam que isso aconteceu porque o Estado, os tribunais e as pris?regulares estavam tomados pela tarefa da repress?pol?ca. Em 1935, havia 23 mil presos pol?cos nas penitenci?as estaduais. A cada ano, 5 mil pessoas eram condenadas por trai?.&#13;&#10;&#13;&#10;H?amb?um debate entre historiadores sobre se os nazistas fizeram ou n?uma &quot;revolu?&quot; na Alemanha. Qual ?ua opini?&#13;&#10;&#13;&#10;Os nazistas tentaram reviver o que eles viam como o esp?to da unidade nacional de agosto de 1914, in?o da Primeira Guerra para os alem?, e para fazer isso eles destru?m todos os partidos e &quot;nazificaram&quot; quase todas as institui?s sociais, com exce? do Ex?ito e da Igreja. E eles queriam evitar aquilo que viam como atividades subversivas dos judeus da Alemanha, que, segundo seu ponto de vista, haviam causado a derrota alem?m 1918. Ent?eles produziram leis destinadas a for? os judeus - menos de 1% do total da popula? - a sair da Alemanha. Mas eles n?queriam uma revolu? social e, a despeito de toda a ret?a de igualdade, eles deixaram a hierarquia social praticamente intacta. Al?disso, eles n?eliminaram o capitalismo, s?redirecionaram para seus prop?os, sobretudo a prepara? para a guerra.&#13;&#10;&#13;&#10;O senhor diz no livro que o sucesso da ambi? nazista para criar um novo ser humano, permeado pelos valores nazistas, limitou-se ?iteratura e a outras formas de cultura alem??poss?l dizer ent?que, ao contr?o das apar?ias, a mudan?de mentalidade alem??foi t?completa quanto se pensa?&#13;&#10;&#13;&#10;Os nazistas certamente suprimiram a literatura e a cultura que eles consideravam &quot;n?germ?ca&quot;, e fizeram algumas tentativas de criar novas formas de cultura eles pr?os. A m?a de judeus e compositores modernistas foi banida, e criaram uma exposi? de &quot;arte degenerada&quot; - ou, em outras palavras, de arte moderna - para que as pessoas pudessem ridiculariz?a. A literatura nazista, que glorificava a guerra acima de tudo, era popular. Mas as formas antigas de arte continuaram. Alguns escritores se retiraram numa esp?e de &quot;emigra? interior&quot;, escrevendo sobre assuntos n?pol?cos. Velhos alem? se mantiveram ligados a valores culturais com os quais cresceram. Os nazistas eram muito melhores em destruir do que em criar.&#13;&#10;&#13;&#10;O senhor diz que Carmina Burana, de Carl Orff, resume a ideia de cultura nazista. Por qu?&#10;&#13;&#10;Orff era um forte opositor da m?a modernista. Sua cantata Carmina Burana, executada pela primeira vez em 1937, apresentava harmonia crua, ritmo brutal, tons primitivos, uma batida forte que obnubilava a mente e parecia levar a m?a de volta a uma simplicidade camponesa imagin?a. Foi um enorme sucesso na Alemanha nazista. N?estou dizendo que era uma m?a ruim - longe disso. E ela foi criticada por alguns nazistas pelo uso de textos medievais. Mas, se houve nazismo em m?a, foi nessa.&#13;&#10;&#13;&#10;Qual foi o peso dos protestantes no sucesso das pol?cas antissemitas dos nazistas?&#13;&#10;&#13;&#10;A Igreja Protestante na Alemanha foi durante muito tempo a Igreja do Estado. Em meados dos anos 30, ela foi dominada pelos &quot;crist? germ?cos&quot;, que declararam que Jesus n?era judeu e rejeitaram o Velho Testamento por ser trabalho dos judeus. Mas os fundamentalistas b?icos opuseram-se a isso fortemente e criaram uma dissid?ia. Nenhum lado realmente venceu a batalha, mas Hitler se desiludiu e desistiu da ideia de uma s?ese entre nazismo e protestantismo. Mesmo a dissid?ia protestante, contudo, n?era livre de sentimentos antissemitas. Cat?os eram mais distantes do regime, mas havia elementos antissemitas entre eles tamb? O antissemitismo nazista era racial, e n?religioso, mas foi capaz de florescer sobre uma longa tradi? de antissemitismo religioso na Alemanha e obter aval para suas pol?cas.&#13;&#10;&#13;&#10;Podemos ver o nazismo como uma religi?&#13;&#10;&#13;&#10;Certamente o nazismo foi um movimento que usou s?olos religiosos e rituais em alguma escala, e Hitler n?era avesso ao uso de linguagem e imagens religiosas em seus discursos. A propaganda nazista o apresentava como uma esp?e de messias que veio para redimir o povo alem? Mas o nazismo n?tinha nada a dizer a respeito da vida ap? morte, como as religi?verdadeiras fazem. N?representava a reden? final, mas propagava a ideia de uma luta sem fim. Hitler condenava as tentativas de nazistas como Himmler de estabelecer uma religi?alternativa ao cristianismo, baseada em rituais pseudogerm?cos. O nazismo, ele disse, n?era um culto, mas uma doutrina fria, cient?ca e baseada na realidade.&#13;&#10;&#13;&#10;Como o processo de invers?moral levado adiante pelos nazistas foi poss?l na Alemanha, cuja popula? era t?sofisticada?&#13;&#10;&#13;&#10;Muitos alem? aceitaram apenas parcialmente a ideologia nazista, e alguns aceitaram mais que outros. Foi mais forte entre os jovens doutrinados pelas escolas e pela Juventude Hitlerista. Os alem? mais velhos, cujos valores tinham sido formados antes de 1933, eram mais resistentes. O terror e a intimida? tiveram peso na repress? Os alem? n?se manifestavam contra a viol?ia e a brutalidade do nazismo porque acabaram se acostumando com a viol?ia pol?ca da Rep?ca de Weimar. A promessa nazista de regenera? conseguiu superar as reservas de muita gente. Os triunfos diplom?cos de Hitler cimentaram sua popularidade. A vit? sobre a Fran?em 1940 a elevou a seu ponto mais alto. O nacionalismo era forte na Alemanha e levou muita gente tanto a apoiar o nazismo como a ignorar seu extremo radicalismo. &lt;br&gt;&lt;img src=&apos;http://www.editoraplaneta.com.br/images/img_noticias/201109081536510.Terceiro Reich no Poder.gif&apos; /&gt;</description>
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  <title>A escalada do totalitarismo - e do horror</title>
  <dc:date>2011-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/526">
  <description>Premio Iberoamericano&#13;&#10;Planeta-Casa de Am?ca&#13;&#10;de Narrativa&#13;&#10;2012&#13;&#10;&#13;&#10;Editorial Planeta y Casa de Am?ca,&#13;&#10;con el objetivo de promover la narrativa &#13;&#10;en lengua espa?, convocan el&#13;&#10;&#13;&#10;V PREMIO IBEROAMERICANO &#13;&#10;PLANETA-CASA DE AM?ICA &#13;&#10;DE NARRATIVA&#13;&#10;&#13;&#10;para obras in?tas escritas en castellano.&#13;&#10;&#13;&#10;Las condiciones&#13;&#10;para el concurso de 2012&#13;&#10;son las siguientes:&#13;&#10;&#13;&#10;&#13;&#10;1.ª&#13;&#10;PARTICIPANTES&#13;&#10;Podr?participar en este concurso todos los escritores que presenten obras originales, in?tas y escritas en castellano.&#13;&#10;Quedan excluidos, en cualquier caso, los escritores que alg??nterior hayan resultado ganadores del Premio, as?omo las obras de aquellos autores que fallecieron antes de anunciarse esta convocatoria.&#13;&#10;&#13;&#10;2.ª&#13;&#10;PRESENTACI? DE OBRAS AL CONCURSO&#13;&#10;Los escritores que deseen optar al Premio Iberoamericano Planeta-Casa de Am?ca deber?remitir los originales, por duplicado y haciendo constar en la primera p?na que concurren al Premio objeto de estas bases, a las oficinas del Grupo Planeta, situadas en los distintos pa?s que a continuaci?e detallan, en funci?e su lugar de residencia:&#13;&#10;&#13;&#10;M?ICO (M?co)&#13;&#10;EDITORIAL PLANETA M?ICO, Avda. Presidente Masaryk, n.º 111, 2.º piso, Colonia Chapultepec Morales, 11570 M?co, D. F. (M?co)&#13;&#10;COLOMBIA (Colombia)&#13;&#10;EDITORIAL PLANETA COLOMBIA, Calle 73, No. 7-60, pisos 7-11, Santaf?e Bogot?Colombia)&#13;&#10;VENEZUELA (Venezuela)&#13;&#10;EDITORIAL PLANETA VENEZUELA, Avda. Libertador, Edificio Exa, Piso 3, Oficinas 311-324, El Rosal, Chacao, 1060 Caracas (Venezuela)&#13;&#10;ECUADOR (Ecuador)&#13;&#10;EDITORIAL PLANETA ECUADOR, Whymper 250 y Francisco de Orellana N27-166 ? Quito (Ecuador)&#13;&#10;PER?(Per?Bolivia)&#13;&#10;EDITORIAL PLANETA PER? Avda. Santa Cruz, 244 ? San Isidro, Lima (Per?BRASIL (Brasil)&#13;&#10;EDITORA PLANETA DO BRASIL, Av. Francisco Matarazzo, 1500, 3.º andar, Conj. 32, Edificio New York, 05001-100 S?Paulo (Brasil)&#13;&#10;ARGENTINA (Argentina y Paraguay)&#13;&#10;EDITORIAL PLANETA ARGENTINA, Avda. Independencia, 1668 ? C1100 ABQ ? Buenos Aires (Argentina)&#13;&#10;CHILE (Chile)&#13;&#10;EDITORIAL PLANETA CHILE, Avda. 11 de Septiembre, 2353 ? piso 16, Torre San Ram? Providencia, Santiago de Chile (Chile)&#13;&#10;URUGUAY (Uruguay)&#13;&#10;EDITORIAL PLANETA URUGUAY, Calle Cuareim, 1647 ? 11100 Montevideo (Uruguay)&#13;&#10;ESPA? (Espa?resto de Europa y del mundo)&#13;&#10;EDITORIAL PLANETA, S. A., Avda. Diagonal, 662-664, 08034 Barcelona (Espa?&#10;&#13;&#10;La extensi?e las obras no ha de ser inferior a las doscientas p?nas, tama?IN A4 (210 ? 297 mm), claramente mecanografiadas a doble espacio y por una sola cara y encuadernadas. Las obras presentadas que no re? los requisitos anteriores no ser?admitidas a concurso.&#13;&#10;Cada novela ir?irmada con el nombre y apellidos del autor, o bien con seud?o, siendo indispensable en este ?mo caso especificarlo. Toda obra ir?compa? de un sobre aparte donde figure el nombre y apellidos o seud?o del autor y que contendr?omo m?mo las siguientes menciones:&#13;&#10;&#9;i)&#9;Identificaci?nombre y apellidos y, en su caso, el seud?o que se utilice) del autor.&#13;&#10;&#9;ii)&#9;Domicilio y n?o de Documento Nacional de Identidad, pasaporte o cualquier otro documento oficial identificativo.&#13;&#10;&#9;iii)&#9;Manifestaci?xpresa del car?er original e in?to de la obra que se presenta.&#13;&#10;&#9;iv)&#9;Manifestaci?xpresa de la titularidad del autor sobre todos los derechos de la obra y que la misma se encuentra libre de cargas o limitaciones a los derechos de explotaci?&#10;&#9;v)&#9;Manifestaci?xpresa de la aceptaci?or el autor de todas y cada una de las bases del Premio.&#13;&#10;&#9;vi)&#9;Fecha y firma original.&#13;&#10;El sobre ?amente ir?errado en las novelas presentadas bajo seud?o, y permanecer?nvariablemente cerrado a excepci?el correspondiente a la novela que obtenga el Premio.&#13;&#10;Se considerar?ue la presentaci?l Premio bajo seud?o se efect? los solos efectos del desarrollo del concurso hasta su fallo.&#13;&#10;EDITORIAL PLANETA, S. A., o cualquiera otra sociedad del Grupo Planeta (en adelante, la Editorial), asignar?n n?o de registro, en cada pa? a cada obra por riguroso orden de presentaci?&#10;La Editorial no se compromete a mantener ning?ipo de correspondencia o comunicaci?on los participantes en el Premio, ni a facilitarles informaci?lguna sobre la clasificaci?e las obras o el desarrollo del concurso.&#13;&#10;La admisi?e originales se cierra el d?30 de noviembre de 2011. No obstante, en cuanto a los originales que sean remitidos por correo, la Editorial podr?dmitir aquellos respecto de los que tenga constancia de que han sido enviados hasta tal fecha, siempre que se reciban en un plazo no mayor a 7 d?, de forma que no altere el normal desarrollo del concurso.&#13;&#10;&#13;&#10;3.ª&#13;&#10;AUTOR?, ORIGINALIDAD Y DIVULGACI? DE LAS OBRAS&#13;&#10;La presentaci?e una obra al concurso implica necesariamente la aceptaci?ntegra e incondicional de las presentes bases por parte del optante, as?omo:&#13;&#10;1.   El consentimiento del optante a la edici? divulgaci?e la obra presentada en caso de resultar premiada.&#13;&#10;2.   La garant?por parte del optante, con total indemnidad para la Editorial, de la autor?y la originalidad de la obra presentada, y de que ?a no sea copia ni modificaci?otal o parcial de ninguna otra obra propia o ajena.&#13;&#10;3.   La garant?por parte del optante, con total indemnidad para la Editorial, del car?er in?to en todo el mundo de la obra presentada y de la titularidad en exclusiva y sin carga ni limitaci?lguna de todos los derechos de explotaci?obre la misma y frente a terceros, sin hallarse sometida a ning?tro concurso pendiente de resoluci?&#10;&#13;&#10;La presentaci?e la obra conlleva, asimismo, el compromiso de su autor a no retirarla del concurso.&#13;&#10;&#13;&#10;4.ª&#13;&#10;JURADO Y VOTACI?&#13;&#10;El JURADO, formado por cinco miembros, estar?onstituido por un representante de la Editorial, un representante de Casa de Am?ca y tres prestigiosas personalidades del mundo de la narrativa, que ser?designadas libremente por la Editorial y Casa de Am?ca.&#13;&#10;El sistema de an?sis, calificaci?selecci? votaci?e las obras presentadas ser?l que establezca la Editorial.&#13;&#10;En cada uno de los pa?s donde se reciban los manuscritos, seg?o anteriormente indicado sobre su recepci?se realizar?a lectura de todas las obras admitidas a concurso en dicho pa? se emitir?n informe de cada una de ellas y se escoger?las que se consideren mejores.&#13;&#10;Las obras as?eleccionadas pasar?a una segunda lectura, donde se escoger?las diez obras que se consideren mejores de la totalidad de las seleccionadas por todos los pa?s.&#13;&#10;Esas diez obras, juntamente con los dos informes de lectura correspondientes, ser?elevadas al Jurado.&#13;&#10;Las decisiones del Jurado, incluido el fallo definitivo, se adoptar?por mayor?simple.&#13;&#10;Cualquier deliberaci?el Jurado ser?ecreta.&#13;&#10;Sin perjuicio del contenido del fallo definitivo del concurso, la Editorial y Casa de Am?ca no responden de las opiniones manifestadas por el Jurado o por cualquiera de sus miembros, antes o despu?de la emisi?e aqu? en relaci?on cualquiera de las obras presentadas.&#13;&#10;&#13;&#10;5.ª&#13;&#10;PREMIO&#13;&#10;Se otorgar?n premio de DOSCIENTOS MIL d?es americanos a la obra que se considere con mayores merecimientos.&#13;&#10;El concurso no podr?er declarado desierto ni distribuirse el premio entre dos o m?obras concursantes.&#13;&#10;El fallo del Jurado, que ser?napelable, se har??co en el transcurso de una fiesta literaria que se celebrar?n el mes de febrero de 2012. El Premio ser?tinerante, de tal forma que cada a?e fallar?n un pa?iberoamericano distinto. En 2012 se fallar?n Madrid (Espa?&#13;&#10;6.ª&#13;&#10;CESI? DE DERECHOS DE EXPLOTACI?&#13;&#10;El otorgamiento del premio supone que el autor de la obra galardonada cede en exclusiva a la Editorial todos los derechos de explotaci?obre esa obra, incluyendo entre otros los de reproducci?or cualquier sistema gr?co, mec?co, electr?o, reprogr?co, digital, o de cualquier otra ?ole; distribuci?n cualquier formato o soporte y canal, y mediante venta, alquiler, pr?amo o cualquier otra forma; comunicaci??ca a trav?de proyecci?udiovisual, representaci?sc?ca, emisi?or radiodifusi?transmisi?or cable, fibra ?ca, al?rica o inal?rica, sistemas telem?cos, digitales u on-line, incorporaci? bases de datos, o mediante cualquier otro sistema; transformaci?incluida la traducci? la adaptaci? obra audiovisual o dram?ca, u otras obras derivadas, y en general, para todas las modalidades de explotaci? medios de difusi?onocidos en el momento del otorgamiento del Premio, en todos los pa?s y lenguas del mundo, y por todo el per?o de vigencia de los derechos de Propiedad Intelectual.&#13;&#10;La cesi?e los derechos de explotaci?e la obra ganadora supone la cesi?e derechos de edici?e la obra en forma de libro, bajo las modalidades de tapa dura o carton?tapa flexible, r?ca, ediciones econ?as y/o de bolsillo, de lujo, de bibli?o, ilustradas, especiales para empresas u otras editoriales, para escuelas, club, CD-ROM u otros soportes digitales o magn?cos, inclusi?n colecciones de la Editorial o en publicaciones peri?as de forma parcial o completa, y cualesquiera otras modalidades conocidas en ese momento. Los derechos electr?os cedidos podr?ser explotados directamente por el EDITOR o a trav?de terceros autorizados por ?e, incluy?ose expresamente cualquier modalidad de suscripci?igital mediante el canal de distribuci?lub.&#13;&#10;La Editorial podr?fectuar la explotaci?e los derechos sobre la obra galardonada directamente por s?isma o suscribir, con cualquier otra compa?de su grupo empresarial o con terceros, en exclusiva o no, los acuerdos que resulten precisos para posibilitar la mejor explotaci? ejecuci?e aqu?os y en las diversas modalidades en todo el mundo.&#13;&#10;El autor galardonado se obliga a suscribir el contrato o contratos de edici?de cesi?e los derechos de explotaci?obre la obra premiada, y dem?documentos que sean precisos para formalizar oportunamente dichas cesiones.&#13;&#10;La Editorial podr?fectuar una primera edici?e la obra galardonada con un m?mo de dos mil (2.000) y un m?mo de dos millones (2.000.000) de ejemplares, con las reimpresiones que, dentro de dichos totales, libremente decida el editor.&#13;&#10;El EDITOR, no obstante, podr?ealizar las reimpresiones que considere oportunas, sin sujeci?l m?mo de trescientos (300) ejemplares establecido en el primer p?afo de esta condici?n los supuestos de impresi?ajo demanda o «print on demand» (POD) con la finalidad de asegurar la buena difusi?omercial de la OBRA.&#13;&#10;Las ediciones sucesivas que sigan a la primera, y que comprender?iguales m?mos y m?mos que los se?dos, ser?libremente determinadas por el editor, y podr?llegar hasta veinte (20). La decisi?cerca de la modalidad en que deba efectuarse cada una de las sucesivas ediciones y el sistema de distribuci?omercial corresponder?nica y exclusivamente al editor.&#13;&#10;De los primeros doscientos veinticinco mil (225.000) ejemplares vendidos en la primera o sucesivas ediciones de la obra, el autor no devengar?or ning?on­­cepto otra cantidad distinta del premio percibido.&#13;&#10;Por los ejemplares vendidos por encima de los especificados en el p?afo anterior, la Editorial satisfar?l autor galardonado el diez por ciento (10%) en las ediciones tipo tapa dura o flexible y/o r?ca, el seis por ciento (6%) en las ediciones de bolsillo y el cinco por ciento (5%) en las restantes modalidades.&#13;&#10;Por las ediciones en libro electr?o, Editorial Planeta satisfar?l autor el veinticinco por ciento (25%) de los ingresos netos que reciba. Son «ingresos netos» las cantidades que recibe el editor de sus clientes seg?as facturas emitidas por las ventas reales, menos IVA y menos descuentos y otras asignaciones pagados a los socios en la distribuci?no pudiendo tales descuentos o asignaciones exceder el cincuenta por ciento (50%) del precio de venta al p?co recomenda­do en el canal digital, menos IVA.&#13;&#10;Estos porcentajes se calcular?sobre el precio de venta al p?co sin IVA de los ejemplares vendidos de las distintas ediciones. En el caso de que la explotaci?e los derechos se lleve a cabo por medio de terceros, la remuneraci?el autor ser?l sesenta por ciento (60%) de los ingresos netos que obtenga la Editorial.&#13;&#10;7.ª&#13;&#10;DERECHO DE OPCI? PREFERENTE SOBRE LAS OBRAS PRESENTADAS&#13;&#10;La Editorial se reserva el derecho de obtener la cesi?ara la explotaci?n cualquier modalidad de las obras que, presentadas al concurso y no habiendo sido galardonadas con el premio, pudieran interesarle, siempre que comunique al autor correspondiente dicha decisi?n el plazo m?mo de noventa (90) d? h?les a contar desde la fecha en que se haga p?co el fallo del Premio Iberoamericano Planeta-Casa de Am?ca de Narrativa. &#13;&#10;El autor se obliga frente a la Editorial, en el supuesto de recibir dicha comunicaci?n el plazo indicado, a ceder, en las condiciones que se establezcan, los derechos de explotaci?e su obra.&#13;&#10;&#13;&#10;8.ª&#13;&#10;INSCRIPCI? DE DERECHOS EN REGISTROS P?LICOS&#13;&#10;Quedar?bajo la exclusiva responsabilidad del autor la inscripci?e la obra presentada al Premio en el Registro de la Propiedad Intelectual correspondiente, as?omo los efectos de su no inscripci?rente a terceros.&#13;&#10;Cada autor se obliga, adem? a suscribir cuantos documentos sean necesarios para que los derechos cedidos a la Editorial sobre su obra queden inscritos en el Registro de la Propiedad Intelectual correspondiente y en cualesquiera otros registros p?cos nacionales, extranjeros o internacionales.&#13;&#10;&#13;&#10;9.ª&#13;&#10;DEVOLUCI? DE ORIGINALES&#13;&#10;Sin perjuicio del derecho de opci?referente previsto en la base s?ima, y sin que ello suponga menoscabo alguno del mismo, una vez adjudicado el Premio no se devolver?a los autores no premiados los originales presentados, que ser?destruidos.&#13;&#10;En ning?aso se facilitar?opia de los informes realizados para la evaluaci?e la obra.&#13;&#10;&#13;&#10;10.ª&#13;&#10;SUMISI? EXPRESA&#13;&#10;Para cualquier duda, discrepancia, reclamaci? cuesti?ue pueda suscitarse directa o indirectamente con ocasi?e la interpretaci? ejecuci?e las presentes bases, las partes renuncian al fuero propio que pudiera corresponderles y se someten expresamente a la jurisdicci?e los Juzgados y Tribunales de Barcelona.&#13;&#10;Julio de 2011.&#13;&#10;</description>
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  <title>V Premio IberoAmericano Planeta-Casa de Am?ca de Narrativa </title>
  <dc:date>2011-07-12T00:00:00Z</dc:date>
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  <description>Veja&#13;&#10;Livros - Cinema - Cultura&lt;br&gt;&lt;img src=&apos;http://www.editoraplaneta.com.br/images/img_noticias/201103291151320.HISTORIAS INTIMAS.jpg&apos; /&gt;</description>
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  <title>Hist?s ?imas - </title>
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 <item rdf:about="http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/459">
  <description>Este livro traz a voc?leitor, uma proposta: que tal se o prazer, em todas suas varia?s, se tornar o objeto de sua vida? Afinal, o Para? ? exuber?ia do prazer. Os poemas da Cria? sugerem que Deus criou o universo infinito s?ra nele plantar um pequeno jardim de del?as. Depois do trabalho de cada dia, diz o poeta, Deus parava, contemplava, sorria e dizia: Ficou muito bom...&#13;&#10;&#13;&#10;Leia a mat?a inteira:&#13;&#10;http://fotoselivros.blogspot.com/2011/03/eu-fui-sempreumpapo-com-rubem-alves.html&#13;&#10;&#13;&#10;&#13;&#10;&lt;br&gt;&lt;img src=&apos;http://www.editoraplaneta.com.br/images/img_noticias/201103241806200.As  Variacoes do prazer.jpg&apos; /&gt;</description>
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  <title>Rubem Alves - Sempre um papo </title>
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  <description>Ve?lo: Jornal do Estado - Curitiba /PR&#13;&#10;Data: 8/2/2011 &lt;br&gt;&lt;img src=&apos;http://www.editoraplaneta.com.br/images/img_noticias/201103041519290.Rubem Alves - notícia.jpg&apos; /&gt;</description>
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  <title>Varia?s sobre o prazer - </title>
  <dc:date>2011-03-04T00:00:00Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://www.editoraplaneta.com.br/noticias/447">
  <description>Data: Segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011&#13;&#10;Ve?lo: Romances in Pink&#13;&#10;&#13;&#10;Georgina Kincaid ?m s?o desde a Gr?a Antiga quando perdeu sua mortalidade, um dem? que sobrevive alimentando-se da for?vital de seus amantes durante o sexo. Pessoas desconhecidas de quem ela n?s?uba energia, mas tamb?os coloca um passo mais perto da trilha do inferno. Ela n?gosta muito do seu trabalho, mas fazer o qu?. ?de sua natureza. &#13;&#10;&#13;&#10;Se antes se divertia com um grupo diferente de amigos - dem?s, duendes, vampiros e at?m anjo - e preenchia sua car?ia rom?ica lendo os livros de Seth Mortensen, em O Poder do S?o, 272 p?nas da editora Planeta Brasil, sua vida fica bem complicada com a tentativa de namorar um mortal. Justamente seu autor predileto, Seth. Um relacionamento fadado a n?dar certo uma vez que qualquer coisa que ela fizesse com ele, al?de ficar de m? dadas, levaria Georgina a sugar um pouco de sua vida. Um beijo mais quente e ele poderia perder anos de sua exist?ia. Ou seja, a ?a pessoa com quem ela n?pode ter sexo ?quela que ela realmente ama...&#13;&#10;&#13;&#10;Veja mat?a inteira:&#13;&#10;http://www.romancesinpink.com.br/2011/02/richelle-mead-o-poder-do-sucubo.html&lt;br&gt;&lt;img src=&apos;http://www.editoraplaneta.com.br/images/img_noticias/201102221022530.O poder do Súcubo.jpg&apos; /&gt;</description>
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  <title>O Poder do S?o - </title>
  <dc:date>2011-02-22T00:00:00Z</dc:date>
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